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Contratos de franquia costumam ter prazo definido, e a renovação — embora pareça um procedimento de rotina — é na verdade uma oportunidade estratégica: tanto para corrigir cláusulas que não funcionaram no ciclo anterior quanto para avaliar, com honestidade, se aquela unidade específica deveria continuar operando sob o mesmo franqueado.
Vale revisar histórico de performance da unidade, aderência ao padrão de marca, pontualidade no pagamento de royalties, e eventuais conflitos ao longo do ciclo. Renovar automaticamente, sem esse olhar, trata um franqueado problemático exatamente como um franqueado exemplar — o que remove qualquer incentivo para melhorar.
É comum aproveitar a renovação para atualizar valores de royalties e fundo de propaganda conforme a inflação do período, revisar cláusulas de território (especialmente se a região mudou de perfil), e incorporar mudanças no manual de operações que não existiam quando o contrato original foi assinado.
Renovar um contrato sem revisar é prorrogar, sem querer, os mesmos problemas por mais um ciclo.
Nem toda renovação deveria acontecer. Quando uma unidade acumula reincidência de desvio de padrão, inadimplência recorrente ou conflito sem resolução, a não renovação — feita dentro do que o contrato original previa — costuma proteger a rede mais do que manter o vínculo por inércia.
Quer revisar os contratos da sua rede antes do próximo ciclo de renovação? Fale com a Vanitelli Consultoria.
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Performance de franqueado não se resolve cobrando resultado — se resolve entendendo o que está entre o franqueado e o resultado.
Sem acompanhamento estruturado, a franqueadora só descobre que uma unidade está mal quando o problema já é grande.
Uma franqueadora precisa de indicadores em dois níveis: da rede como um todo, e de cada unidade individualmente.