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Conflito entre franqueador e franqueado quase nunca surge do nada — normalmente é o acúmulo de pequenos desalinhamentos: uma expectativa que não foi bem explicada na venda, uma cláusula contratual mal compreendida, um suporte que o franqueado esperava e não recebeu. Reduzir conflito começa em reduzir esse tipo de desalinhamento.
Muitos conflitos nascem de expectativas criadas (ou não corrigidas) durante o processo de venda — um retorno financeiro apresentado de forma otimista demais, um nível de suporte prometido informalmente que não está no contrato. Uma venda transparente, apoiada numa COF completa e clara, é a primeira linha de defesa contra conflito futuro.
Ter um processo definido para o franqueado levantar uma divergência — antes de precisar recorrer à Justiça — reduz a escalada de conflitos. Isso pode incluir mediação interna, um conselho de franqueados, ou um canal direto com a diretoria para casos mais sensíveis.
A maior parte dos conflitos de franquia poderia ter sido uma conversa — se tivesse acontecido mais cedo.
Mesmo com toda prevenção, alguns conflitos vão acontecer — e nesses casos, ter contrato bem redigido, documentação organizada e processo claro de mediação faz a diferença entre uma resolução rápida e um desgaste longo, caro e público para a marca.
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Falar com a Vanitelli Consultoria
Performance de franqueado não se resolve cobrando resultado — se resolve entendendo o que está entre o franqueado e o resultado.
Sem acompanhamento estruturado, a franqueadora só descobre que uma unidade está mal quando o problema já é grande.
Uma franqueadora precisa de indicadores em dois níveis: da rede como um todo, e de cada unidade individualmente.